terça-feira, 4 de outubro de 2011

Com desfalques, Adilson fechará treino antes de jogo contra o Cruzeiro

Treinador precisa definir quem será o substituto de Lucas. Marlos,

adilson batista são paulo (Foto: Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM)
Já de olho na partida de quarta-feira, contra o Cruzeiro, em Sete Lagoas, pela nona rodada do returno do Campeonato Brasileiro, o São Paulo voltou aos treinos na tarde desta segunda-feira. Já na manhã desta terça, o técnico Adilson Batista comandará o único trabalho tático antes do duelo contra os mineiros. E, como ele terá desfalques, fechará o treino. As atividades terão início às 9h30m, mas os jornalistas só poderão entrar no CT da Barra Funda às 10h45m.

Em busca da reabilitação, o treinador não poderá contar com três jogadores: o meia Lucas (que foi expulso contra o Flamengo e está na Seleção Brasileira), o volante Wellington (suspenso pelo terceiro cartão amarelo) e o lateral direito Piris (com a seleção paraguaia que enfrentará Peru e Uruguai pelas eliminatórias da Copa de 2014).

Na defesa, Jean voltará a ganhar uma chance após sete partidas. Sua última partida como titular foi na derrota por 2 a 1 para o Fluminense, no dia 31 de agosto, quando foi expulso. Como Wellington
atuou na lateral, falta apenas definir o substituto de Lucas. As opções são Marlos, Rivaldo e Carlinhos Paraíba.

Lucas acha própria expulsão injusta e lamenta revés na festa do Fabuloso

Jogador deixa São Paulo para defender a Seleção Brasileira em amistosos

A expulsão de Lucas (assista ao vídeo) mudou os planos do técnico Adilson Batista que, ao tirar Luis Fabiano, em uma substituição já programada no segundo tempo, precisou colocar Carlinhos Paraíba para ajudar mais na marcação, e não teve a chance de botar Rivaldo. O Flamengo acabou vencendo o São Paulo por 2 a 1 no Morumbi, no dia do aniversário do estádio e da festa pela reestreia do Fabuloso. Lucas, que do duelo foi direto para o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, para embarcar com a Seleção Brasileira para os amistosos contra Costa Rica e México. Mesmo com a cabeça já voltada para o Brasil, o jogador ainda estava chateado pela expulsão, que não considerou justa.
- Achei que a expulsão foi injusta, mas pelo primeiro cartão, que nem falta foi. Trombei com o Junior Cesar, foi jogo de corpo. O segundo cartão é discutivel, mas não sei se foi para aquilo tudo também - analisou Lucas.
O jovem destaque do Tricolor lamentou o fato de o time não ter conseguido vencer o Flamengo justamente no dia da festa de retorno de Luis Fabiano.

- Nós queríamos ter vencido pela festa que foi feita. Morumbi lotado, reestreia do Luis Fabiano, e queríamos retribuir tudo para a torcida. Estamos chateados, principalmente eu que fui expulso, mas acontece, e Flamengo também é uma equipe. Bola pra frente, quarta tem mais, vou torcer de onde estiver - acrescentou Lucas.

Fabuloso garante presença contra o Cruzeiro: 'Preciso ganhar ritmo'

Adilson Batista é mais cauteloso e quer esperar a reapresentação do elenco para confirmar a participação do Fabuloso no jogo de quarta, em Sete Lagoas

Passada a ansiedade e a tensão pela reestreia após sete meses parado, o atacante Luis Fabiano já pensa na sequência de jogos com a camisa do São Paulo. Apesar de o técnico Adilson Batista mostrar cautela em relação ao aproveitamento do jogador na partida de quarta-feira, contra o Cruzeiro, em Sete Lagoas, o camisa 9 nem pensa em ficar fora do duelo do meio de semana.
- Estou me sentindo muito bem, tranquilo, sem dor nenhuma, o que é mais importante. Acho que agora chegou o momento de atuar no maior número de jogos que eu puder para ganhar ritmo de jogo e conseguir ficar 100%. Com certeza, na sequência dos jogos, vou dar muitas alegrias para o torcedor. A hora em que sair o primeiro gol, muitos virão – afirmou o Fabuloso.

luis fabiano são paulo x flamengo (Foto: Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM) 
Luis Fabiano gostou de sua atuação no jogo contra o Flamengo 
 
Adilson Batista prefere esperar a reapresentação do atleta para saber se não acontecerá nenhum problema inesperado. Porém, o comandante são-paulino disse que Luis Fabiano merece aplausos pelo que já mostrou na partida do último domingo.
- Temos que enaltecer e parabenizar o Luis. Não é fácil você ficar sete meses parado, depois treinar duas semanas, fazer um coletivo contra o Audax, outro contra os juniores e ver esse atleta atuar da maneira que jogou. Temos que valorizar e ajudá-lo, está tudo dentro do planejamento – ressaltou.
O treinador são-paulino disse que já foi possível enxergar evolução no São Paulo com a entrada de Luis Fabiano na partida contra o Flamengo.
- O que eu vi com a entrada dele foi um time organizado, que criou, rodou a bola e procurou jogar futebol. Eu vi evolução. Não tenho dúvida de que vamos crescer nas próximas partidas – afirmou.

São Paulo não terá Lucas, Piris e Wellington no jogo contra o Cruzeiro

Meia, que foi expulso, estará na Seleção Brasileira. Lateral defenderá o Paraguai, enquanto que volante levou o terceiro cartão amarelo neste domingo

O São Paulo terá três dias para digerir a derrota por 2 a 1 para o Flamengo e pensar na recuperação no Campeonato Brasileiro. Na quarta-feira, o time irá a Sete Lagoas para enfrentar o Cruzeiro que, neste domingo, perdeu para o Cruzeiro e ficou apenas uma posição à frente da zona de rebaixamento da competição. E para essa importante partida, o treinador terá desfalques importantes. (Veja ao lado os melhores momentos da partida realizada no estádio do Morumbi)
O meia Lucas, expulso contra o Flamengo, já não jogaria de qualquer maneira porque estará na Seleção Brasileira que disputará amistosos contra Costa Rica e México. O volante Wellington levou o terceiro cartão amarelo e terá de cumprir suspensão automática, enquanto que o lateral direito Piris está na Seleção paraguaia que enfrentará Peru e Uruguai pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014.
Na defesa, Jean voltará a ganhar uma chance no meio-campo. Falta definir o substituto de Lucas. As opções são Carlinhos Paraíba, Rivaldo e Marlos. Se o primeiro for o escolhido, Cícero, que atuou como volante neste domingo, será adiantado e atuará como meia. Para as duas outras escolhas, será mantido o desenho tático deste domingo.

Wellington disputa lance com Ronaldinho Gaúcho (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM) 
Wellington, que disputa lance com Ronaldinho Gaúcho, não vai enfrentar o Cruzeiro na partida de quarta-feira, que será realizada na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas 
 
- Preciso esperar como os atletas vão se apresentar na segunda-feira. Muitos reclamaram de dores na coxa, de alguns incômodos e precisamos observar. Eu já tenho uma ideia de time que irá atuar – afirmou o treinador.
A reapresentação dos atletas está marcada para as 15h30m desta segunda-feira, no CT da Barra Funda. Na terça-feira, o treino terá início às 9h30m e, logo após, ocorrerá a viagem para Sete Lagoas (MG), palco da partida contra o Cruzeiro.

Adilson Batista orienta o time na partida contra o Flamengo (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM) 
Adilson Batista orienta o time na partida contra o Flamengo

Adilson, sobre protestos: 'Eu preciso agir com a razão e não com a emoção'

Treinador classifica como injusta a derrota para o Flamengo, lamenta expulsão de Lucas e diz que Dagoberto poderia ter evitado cartão amarelo

A paciência do torcedor do São Paulo com o técnico Adilson Batista, que já andava curta, acabou de vez neste domingo. Tudo porque aos 15 minutos do segundo tempo, quando a partida contra o Flamengo ainda estava empatada por 0 a 0, o treinador sacou o atacante Luis Fabiano, que já tinha saída prevista, para colocar o volante Carlinhos Paraíba. Imediatamente, foi xingado de burro por 63 mil vozes. Na coletiva, ele disse que entendeu a revolta do torcedor, mas que fez o que era melhor para o time.
- Eu respeito e entendo a razão das críticas, mas eu preciso agir com a razão e não com a emoção. Se o Lucas não tive sido expulso, seria outra alteração, teria colocado o Rivaldo ou o Henrique. Eu preciso agir com cautela neste início para ter o Luis nas demais partidas do campeonato. Existia uma programação e ela foi seguida – afirmou o treinador, após o revés por 2 a 1.

Adilson Batista deixa o gramado do Morumbi após a derrota para o Flamengo (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM) 
Adilson Batista deixa o gramado do Morumbi após a derrota

Adilson classificou como injusta a derrota para o Flamengo, principalmente pelo que a equipe mostrou no primeiro tempo (assista aos melhores momentos da partida).
- No primeiro tempo, tivemos chances para abrir o placar e controlamos o jogo. Com a expulsão do Lucas, o Flamengo passou a agredir mais e ficou em vantagem. Eu mexi, arriscamos e conseguimos empatar a partida. Depois, no final, o Carlinhos teve a infelicidade de desviar a bola. Acho que não merecíamos esse gol, principalmente o Rogério, que fez uma partida brilhante – ressaltou.
O treinador também não gostou da parte disciplinar da equipe no duelo deste domingo. No entender de Adilson, a expulsão de Lucas poderia ter sido evitada, assim como o cartão amarelo de Dagoberto, que tirou a camisa para comemorar o gol e foi advertido.

Lucas lamenta expulsão contra o Flamengo (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM) 
Lucas lamenta expulsão contra o Flamengo 
 
- Pela empolgação do gol, o Dagoberto errou, não deveria ter comemorado daquela maneira. Nós sempre alertamos, falamos, orientamos, mas eles que precisam se controlar dentro de campo. A expulsão do Lucas sobrecarregou a equipe – lembrou Adilson.

 

 

Nos confrontos diretos, São Paulo tem apenas 18,5% de aproveitamento

No total, São Paulo perdeu os dois jogos para o Flamengo, os dois para o Fluminense, foi derrotado uma vez pelo Corinthians e outra pelo Vasco

julio cesar rivaldo são paulo x corinthians (Foto: Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM)

Em um Campeonato Brasileiro tão equilibrado, com as seis primeiras equipes na tabela de classificação separadas por apenas seis pontos, são os confrontos diretos entre os ponteiros que poderão dar vantagem a alguma equipe na briga pelo título, que será decidido no dia 5 de dezembro. E, além da fraca campanha no Morumbi (seis vitórias, quatro empates e quatro derrotas em 14 partidas disputadas), existe outro fator que explica o motivo de o time não deslanchar no torneio: o fraco aproveitamento nos duelos com os outros candidatos ao caneco. (Reveja ao lado os gols da derrota do último domingo para o Flamengo)
Até agora, o time tem aproveitamento de 18,5% contra os rivais. Foram nove partidas, com uma vitória, dois empates e seis derrotas. A última chance de buscar uma vitória será no duelo contra o líder Vasco, no dia 31 de outubro, em São Januário.
Veja no quadro abaixo a lista de jogos do Tricolor contra os ponteiros
DATA ADVERSÁRIO PLACAR
22/05 Fluminense 2 x 0
26/06 Corinthians 0 x 5
29/06 Botafogo 0 x 2
06/07 Flamengo 0 x 1
31/07 Vasco 0 x 2
31/08 Fluminense 1 x 2
21/09 Corinthians 0 x 0
25/09 Botafogo 2 x 2
02/10 Flamengo 1 x 2
 O volante Denilson relembra que, para lutar pelo título, o time precisa melhorar seu desempenho nesta reta final do Brasileirão.
 - Vamos em busca do título, está tudo aberto. Não conquistamos o resultado que queríamos contra o Flamengo, mas o empate entre Vasco e Corinthians ajudou bastante. Continuamos na briga. Sabemos das dificuldades, mas vamos em busca dos três pontos. Vamos nos reerguer em busca do título – lembrou o meio-campista.
Cícero por sua vez, diz que o time precisa adotar o lema “vacilo zero” nas 11 rodadas que restam para terminar o Campeonato Brasileiro.
- Dificulta você ter tanto tropeço, e o título fica cada vez mais difícil. Mas a equipe está ciente do que precisa fazer. O empate em São Januário nos manteve na briga. Precisamos chegar a um equilíbrio nos jogos que restam – ressaltou o jogador.

O polivalente tricolor ressaltou que o time tem de aproveitar as próximas quatro partidas (Cruzeiro, Internacional, Atlético-GO e Coritiba) para somar o maior número possível de pontos antes da decisão contra o Vasco.
- Espero que possamos brigar pelo título. Precisamos fazer uma boa pontuação nesses quatro jogos até o Vasco. A equipe precisa estar ciente do que tem de fazer dentro de campo. Não podemos vacilar tanto - lembrou.

Denilson sai em defesa de Adilson Batista: 'O torcedor é muito chato'

Volante diz que treinador agiu corretamente ao promover a entrada de


Denilson, do São Paulo, treina com bola no CT (Foto: Rubens Chiri / Divulgação SPFC) Primeiro foi Luis Fabiano que saiu em defesa do técnico Adilson Batista, muito vaiado quando substitutiu o atacante no segundo tempo contra o Flamengo para colocar Carlinhos Paraíba. Nesta segunda, foi a vez do volante Denilson se manifestar e pedir o apoio do torcedor nessa reta final do Campeonato Brasileiro. Questionado em entrevista coletiva, o meio-campista ele lembrou que alguns torcedores cobram a equipe exaustivamente em jogos realizados no estádio do Morumbi.

- Torcedor é muito, muito chato. É claro que eles pagam e que, por isso, têm o direito de reclamar e vaiar sempre que quiserem. Mas eles precisam saber o quanto o Adilson trabalha para fazer o São Paulo crescer. Ele dorme no CT, se empenha, conversa com todos, produz vídeos. O resultado foi negativo não por culpa dele. Já estava programado o Luis Fabiano jogar mais 15 minutos no segundo tempo.
Mais tarde, preocupado em ser mal interpretado, o jogador explicou, através de seu perfil no Twitter, que a classificação de "chato" para o torcedor que protesta tem o sentido de mostrar que este frequentador do Morumbi é muito exigente.
- A torcida tem todo o direito de ir ao estádio reclamar, vaiar e apaludir a equipe, mas que saiba que entramos em campo para ganhar as partidas. Trabalhamos todos os dias para conseguir resultados, mas infelizmente não conseguimos ontem (domingo). O "chato" que eu disse não foi para o lado negativo. Essa torcida do São Paulo motiva demais a gente e que continue apoiando sempre.

Denilson defendeu a alteração feita pelo comandante são-paulino, que resolveu reforçar a marcação após a saída de Lucas.

- Primeiro, preciso dizer que o Lucas foi expulso injustamente. Ele não merecia o cartão amarelo na primeira falta e isso já dificultou o sistema defensivo. Depois da expulsão, os três meias do
Flamengo (Renato Abreu, Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves) estavam com muita liberdade para chegar ao ataque – explicou.

O meio-campista classificou como injusta a derrota para o Flamengo.

- Fizemos um bom primeiro tempo e o jogo estava muito equilibrado quando chegamos ao empate. Acabamos perdendo em uma infelicidade do Carlinhos.

À vontade como terceiro volante, Cícero diz que topa ajudar Adilson

Meia deixa claro como gostaria de atuar na equipe mas que, se for preciso, pode atuar como meia, na vaga de Lucas, na partida contra o Cruzeiro


Cícero em ação no treino do São Paulo (Foto: Rubens Chiri / Site oficial do São Paulo FC) Na derrota para o Flamengo, Cícero disputou sua 19ª partida pelo São Paulo. E, pela segunda vez, ele atuou na posição que mais gosta, como terceiro volante pelo lado esquerdo. Além de ter aprovado a sua atuação no duelo contra os cariocas, o meio-campista, aproveitou a entrevista coletiva que concedeu na tarde desta segunda-feira para mostrar que pode ser aproveitado junto com Rivaldo na equipe titular. O camisa 10 é um dos cotados para assumir a vaga de Lucas, que está na Seleção Brasileira que disputará dois amistosos contra Costa Rica e México e que, por isso, desfalcará o time nas partidas contra Cruzeiro e Internacional.
- Eu sempre disse que estou aqui para ajudar e que, se for preciso jogo de goleiro, zagueiro, onde precisar. Mas sei que posso mostrar o meu verdadeiro futebol na posição que atuei ontem, como terceiro volante pelo lado esquerdo. O Rivaldo é um cara que eu gosto muito, sou fã e, erradamente, as pessoas acham que porque somos canhotos, não podemos jogar juntos. Atuamos contra o Botafogo, eu mais recuado e ele à frente e fizemos uma boa partida – afirmou Cícero.

domingo, 10 de julho de 2011

Sem Carpegiani, Rivaldo brilha e ajuda São Paulo a bater o Cruzeiro

Vários aspectos no futebol fazem a diferença: a tática, a parte física, a técnica, a atitude. Porém, há um quinto fator que andava ausente na cartilha do ex-técnico do São Paulo, Paulo César Carpegiani: a lógica. Sem seu principal jogador, Lucas, que está na Seleção Brasileira que disputa a Copa América, o gaúcho manteve Rivaldo no banco de reservas, apesar da falta de criatividade do time nas três derrotas consecutivas.
Carpegiani caiu, Milton Cruz assumiu interinamente e, em seu primeiro ato, recolocou o camisa 10 como titular, o que não acontecia desde 17 de abril. Resultado: com a ajuda de um time que voltou a lutar demais, o veterano fez a diferença. Assumiu a responsabilidade, distribuiu o jogo e foi o destaque da justa vitória do Tricolor diante de um apagado Cruzeiro por 2 a 1, na fria noite deste sábado, no estádio do Morumbi.
Enquanto o Cruzeiro apostou as suas fichas em Montillo, que foi vigiado por até três jogadores em alguns lances, o São Paulo viu suas principais peças voltarem a crescer. Marlos se destacou, Dagoberto voltou a marcar após 48 dias, e o time, que via ameaçado seu lugar no G-4, vai dormir o sábado na vice-liderança, com 18 pontos, um a menos do que o Corinthians, que neste domingo pega o Atlético-GO. Já os mineiros, que sob o comando de Joel Santana vinham de três vitórias consecutivas, estacionaram na oitava colocação, com cinco pontos a menos.
As duas equipes voltarão a campo no próximo fim de semana, pela décima rodada. O São Paulo irá até Porto Alegre enfrentar o Internacional. Já o Cruzeiro buscará a reabilitação diante do Bahia, em Sete Lagoas. Os dois jogos serão no domingo.
Cruzeiro começa melhor, São Paulo marca, e juiz não marca pênalti
Os times entraram em campo com a mesma postura: três volantes e uma peça de criação no meio-campo. No São Paulo, com a mudança no comando da comissão técnica, Rivaldo figurou como titular, para alegria da torcida presente no Morumbi. Milton Cruz sacou Fernandinho e adiantou Marlos para o ataque, para atuar ao lado de Dagoberto. Além da igualdade tática, quando a bola rolou, São Paulo e Cruzeiro iniciaram jogando da mesma maneira: forçando pelo lado direito de seus ataques. Os mineiros exploravam o setor de Juan, que subia ao ataque e não tinha cobertura na defesa. Do lado tricolor, era Marlos que aproveitava as brechas deixadas pelo improvisado Everton, que é meia de origem, mas foi escalado por Joel Santana como lateral.
Percebendo o problema que havia na defesa, Milton Cruz pediu a Rodrigo Souto para que atuasse mais pela esquerda para ajudar Juan. Isso não só fez diminuir a brecha para os mineiros atacarem, como fez o São Paulo passar a ter o controle da partida. Rivaldo, quando estava com a bola nos pés, fazia o time andar, principalmente porque tinha a companhia de Casemiro, as constantes movimentações de Dagoberto e Marlos na frente e o apoio de Juan pela esquerda. Aos 20 minutos, em um desses lances, saiu o gol são-paulino, com Dagoberto, após bela tabela entre Rivaldo e Marlos. Festa no Morumbi: 1 a 0.

rivaldo marlos são paulo x cruzeiro (Foto: Agência Estado) 
São-paulinos comemoram: time foi mais aguerrido diante do Cruzeiro 

O Cruzeiro seguiu em busca do empate, mas só tinha alguma inspiração quando Montillo pegava na bola. O problema era que o camisa 10 mineiro era vigiado por, no mínimo, dois jogadores. No mais, Thiago Ribeiro até buscava o jogo, mas faltava qualidade no passe. E os volantes Marquinhos Paraná e Fabrício, diferentemente dos do São Paulo, pouco chegavam ao ataque.
O destaque negativo no frio Morumbi foi o juiz Marcelo de Lima Henrique. Aos 26, ele exagerou ao dar cartão para Dagoberto, que fez falta normal em Montillo. Pior, advertiu o camisa 10 do Cruzeiro, que nada fez. Aos 32, Juan foi atropelado por Marquinhos Paraná em contra-ataque, e o cruzeirense não foi advertido. Para completar, aos 38, ele não viu pênalti claro de Vítor em Dagoberto, que só não marcou porque teve sua camisa puxada dentro da área.
Segundo tempo eletrizante no Morumbi
Os dois times voltaram do intervalo sem alterações. E o São Paulo, em seu primeiro ataque, aumentou a vantagem. Novamente, a inspiração saiu dos pés de Rivaldo, que se livrou da marcação pelo meio e deu assistência perfeita para Marlos, que não perdoou: 2 a 0. Irritado, Joel Santana resolveu mexer na equipe, sacando Vítor e colocando Roger para ajudar Montillo na armação. No entanto, a tentativa não surtiu o efeito desejado. 
Melhor em campo, o São Paulo mudou sua postura, recuando a marcação para tentar matar o jogo no contra-ataque. Juan, em chute cruzado, quase fez o terceiro. Os mineiros ganharam terreno, mas seguiram sem levar perigo ao gol defendido por Rogério Ceni. Foi então que o treinador cruzeirense fez sua segunda alteração, tirando Thiago Ribeiro para colocar Ortigoza. Em seu primeiro ataque, o paraguaio avançou pela direita e cruzou para Wallyson, que, cara a cara com Rogério Ceni, marcou o seu primeiro gol no Campeonato Brasileiro: 2 a 1.
Foi a vez de o interino Milton Cruz agir, sacando Dagoberto, que sentiu o tornozelo, para colocar Fernandinho. Joel Santana partiu para sua última cartada, com Brandão na vaga de Wallyson. Para dar mais pegada ao meio-campo, o técnico tricolor na sequência colocou Zé Vitor no lugar de Casemiro. O Cruzeiro tentou de tudo, mas o São Paulo conseguiu segurar a pressão. Já nos acréscimos, até para ser ovacionado pela torcida, Milton Cruz sacou Rivaldo e colocou Dener, mais um das catagorias de base de Cotia.  Depois, foi só esperar o tempo passar e comemorar a justa vitória, que afasta pelo menos momentaneamente a nuvem negra que havia se instalado no Morumbi.

SÃO PAULo 2 X 1 CRUZEIRO
Rogério Ceni; Jean, Xandão, Rhodolfo e Juan; Rodrigo Souto, Wellington, Casemiro e Rivaldo (Dener); Marlos e Dagoberto (Fernandinho). Fábio; Vítor (Roger), Gil, Naldo e Éverton; Marquinhos Paraná, Leandro Guerreiro, Fabrício e Montillo; Wallyson (Brandão) e Thiago Ribeiro (Ortigoza).
Técnico: Milton Cruz Técnico: Joel Santana
Gols:Dagoberto, aos 20 minutos do 1º tempo. Marlos, a 1 minuto e Wallyson, aos 25 minutos do 2º tempo
Cartões amarelos: Dagoberto, Wellington e Rivaldo (São Paulo); Wallyson, Naldo, Fabrício, Éverton, Gil e Montillo (Cruzeiro)
Renda e Público:R$ 284,320,00 / 11.965 pagantes
Estádio: Morumbi. Data: 09/07/2011. Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ) Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e Ediney Guerreiro Mascarenhas

Ceni exalta vitória, mas valoriza e defende trabalho de Carpegiani

Goleiro disse que o time se destacou pela postura aguerrida e mereceu sair de campo com a vitória

Além de Rivaldo, que fez a diferença na parte técnica, os jogadores do São Paulo deixaram o gramado do Morumbi elogiando a mudança de atitude da equipe que, após três derrotas consecutivas, voltou a respirar no Campeonato Brasileiro vencendo o Cruzeiro por 2 a 1, na noite deste sábado. O capitão Rogério Ceni, apesar de exaltar o grupo, deixou claro nas suas palavras que o ex-técnico não tinha sintonia com alguns jogadores do elenco.

- Se as pessoas não contribuem com o treinador, as coisas não funcionam. Após três derrotas consecutivas, saiu o treinador. Se perdêssemos, seria a quarta seguida e, sem o Paulo, não teríamos como nos esconder atrás de mais ninguém. Todos tiveram luta, entrega e conseguimos o resultado. Eu lamento muito a saída do Paulo, que é uma excelente pessoa e um baita treinador. Mas todos sabem como as coisas funcionam no futebol – afirmou o camisa 1.

O zagueiro Xandão lembrou que o time entrou em campo sabendo que não poderia vacilar novamente.

- A mudança de atitude não tem nada a ver com a saída do Carpegiani. Acontece que era hora do tudo ou nada. Com mais uma derrota, cairíamos ainda mais na tabela e depois ficaria cada vez mais difícil buscar a reação. Conseguimos nos impor, buscamos o resultado e agora teremos uma semana para trabalhar em paz – ressaltou o defensor do time do Morumbi.

"Vitória para dar tranquilidade", avalia Milton Cruz

São Paulo venceu o Cruzeiro, neste sábado, por 2 a 1, no Morumbi

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Vitória para dar tranquilidade. Foi desta maneira que o técnico interino Milton Cruz definiu o triunfo sobre o Cruzeiro por 2 a 1, na noite deste sábado, no Morumbi. Após três derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro, o São Paulo conseguiu se reerguer na competição.
"Depois de três derrotas é sempre importante conseguir uma vitória como essa. Dá tranquilidade para trabalhar. Temos uma semana para treinar e estudar o time do Internacional. Não adianta vencer hoje e perder o próximo", ressaltou Milton, em entrevista coletiva no Morumbi.
Com a vitória, o Tricolor Paulista subiu para 18 pontos na tabela de classificação. No próximo fim de semana, a equipe enfrentará o Internacional, em Porto Alegre. Para este jogo, Milton Cruz não sabe se estará no campo da equipe, mas se coloca à disposição da diretoria.
"Eu sou funcionário do clube, estou à disposição. Enquanto não vier um novo treinador vamos trabalhando. Espero que possa vir o mais rápido possível", concluiu Milton.

 

Após ótima atuação, elenco tricolor deixa Morumbi satisfeito

Com gols de Dagoberto e Marlos, Tricolor venceu o Cruzeiro por 2 a 1, neste sábado

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Com uma bela vitória sobre o Cruzeiro por 2 a 1, na noite deste sábado, no Morumbi, o São Paulo encerrou a sequência negativa de três derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro. O elenco são-paulino deixou o estádio muito empolgado com o resultado alcançado.
"Tivemos uma conversa de que precisávamos mudar se quiséssemos algo a mais no campeonato. Fizemos um grande jogo, mas precisamos acertar algumas coisas. Foi uma vitória importantíssima para a nossa caminha", disse Marlos.
Em campo, o Tricolor abriu o placar após boa troca de passe de Marlos e Rivaldo. A bola sobrou para Dagoberto, que marcou seu 15° gol na temporada. No segundo tempo, o camisa 10 deixou Marlos livre para soltar a bomba e ampliar o marcador.
O volante Rodrigo Souto enalteceu o empenho de todo o time:
"Um dos nossos melhores jogos. Todo mundo se ajudando. Conseguimos jogar, colocamos a bola no chão. Não estávamos fazendo isso nos outros jogos", completou Souto.

Sub-17 vira sobre o Cruzeiro e segue na Copa 2 de Julho

Equipe está nas quartas de final do torneio, que acontece na Bahia

603Y2108.JPGNão foi só o time profissional que conseguiu vencer o Cruzeiro neste sábado. Ao mesmo tempo em que a equipe principal enfrentava os mineiros no Morumbi, o sub-17 vencia o mesmo rival em Lauro de Freitas, pela disputa da Copa 2 de Julho: 2 a 1, gols de Phelipe e Paulo.
Entretanto, ao contrário dos profissionais, o sub-17 precisou virar pra cima do adversário, que saíram na frente logo no primeiro tempo. Foi preciso paciência para os jovens do Tricolor, mas o resultado veio, assim como a classificação para as quartas de final.
Aos 18 minutos da segunda etapa, Phelipe empatou o jogo de cabeça, após completar a cobrança de escanteio. Cinco minutos depois, Paulo colocou o Tricolor na frente ao receber a bola na área e fuzilar o goleiro.
Com a vitória, o Tricolor se classificou para as quartas de final do torneio. O próximo rival são-paulino será o São Francisco do Conde. O jogo acontece neste domingo (10), em Camaçari, com horário ainda indefinido.

FLAMULA DO SÃO PAULO

Esquadrão de Aço - Anos 30

Anos 50

Mundial Interclubes 1992

Copa Libertadores da América - 1993

Auto Peças Mauro Ramos - anos 50

deve ter sido algum tipo de homenagem

MUSICAS DO SÃO PAULO

HINO

Salve o Tricolor Paulista
Amado clube brasileiro
Tu és forte,tu és grande
Dentre os grandes és o primeiro

Ó Tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado

São teus guias brasileiros
Que te amam eternamente
De São Paulo tens o nome
Que ostentas dignamente

Ó Tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado

Trazes glórias luminosas
Do Paulistão Imortal
Da Floresta também trazes
Um brilho tradicional

Ó Tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado

São Paulo clube querido
Tu tens o nosso amor
Teu nome e as tuas glórias
Tem honra e resplendor

Ó Tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado

Tuas cores gloriosas
Despertam um amor febril
Pela terra bandeirantes
Honra e glória do Brasil

Ó Tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado

ALGUNS CANTOS DA TORCIDA TRICOLOR


CANTAMOS COM AMOR ETERNAMENTE AO TRICOLOR
Ôôôôô São Paulo
E como sempre és vencedor
Time de guerreiros nunca perde o seu valor
Cantamos com amor eternamente ao Tricolor
Ôôôôô São Paulo
E como sempre és vencedor
Time de guerreiros nunca perde o seu valor
Cantamos com amor eternamente ao Tricolor

COMO EU TE AMO TRICOLOR
Como eu te amo tricolor,
Como eu te amo demais,
O dia que tu não existir,
Não quero sorrir nunca mais,
Tricolor tu és minha paixão
Tricolor tu és minha alegria,
Tricolor tu és meu viver,
Ô tricolor eu amo você

PAIXÃO ETERNA
É um sonho,
É uma paixão,
Um sentimento,
Uma nação,
De vermelho preto e branco,
Unidas por um ideal.
Coração, alma e sangue tricolor.
Nossa vida, nosso amor

VAMOS SÃO PAULO
Vai lá, vai lá, vai lá
Vai lá de coração
Vamos São Paulo, vamos São Paulo
Vamos ser campeão
Vai lá, vai lá, vai lá
Vai lá de coração
Vamos São Paulo, vamos São Paulo
Sou tricolor do coração
Vai lá, vai lá, vai lá
Vai lá de coração
Vamos São Paulo, vamos São Paulo
Vamos ser campeão
Vai lá, vai lá, vai lá
Vai lá de coração
Vamos São Paulo, vamos São Paulo
Sou tricolor do coração.

Como eu te amo tricolor,
Como eu te amo demais,
O dia que tu não existir,
Não quero sorrir nunca mais,
Tricolor tu és minha paixão
Tricolor tu és minha alegria,
Tricolor tu és meu viver,
Tricolor como eu amo você

Em meio a milhões de palavras,
Restam apenas quatro,
Que não explicam,
Não justificam,
Nem estabelecem razão para tudo o que sentimos,
Quatro palavras curtas,
Que só fazem sentido juntas,
Quatro palavras que,
Não importa o que já tenha acontecido no passado,
Ou que aconteça daqui pra frente,
Sempre terão a força,
Que nenhum argumento tem.

Serei Tricolor,
Mesmo que a bola não entre,
Mesmo que o morumbi se cale,
Mesmo que o manto sagrado desbote,
Mesmo que a vitória esteje longe,
Serei Tricolor,
Seja longa a jornada,
Seja dura a caminhada,
Tricolor no peito e na alma,
Sou Tricolor até morrer,
Seja onde for para sempre Tricolor.

SÃO PAULO NA LIBERTADORES, SPORTV : EU SOU A LENDA

Eu desperto medo,
Sou o Pesadelo dos Fracos
Sou o Passado,
O Presente e o Futuro
Eu sou o Tempo,
O Senhor da Razão
Sou forte, o Senhor da minha arena
Gigante do Brasil,
Conquistador da América
Eu sou Aquele que Todos Temem
Eu sou a Lenda

MÚSICAS : PLANTA A RAIZ

Ô Tricolor
Ó Tricolor
O goleiro matador,bate a falta,faz o gol
Faz a festa da torcida
Que sempre unida, grita "É campeão"
Ô Tricolor
Ó Tricolor
A nação do Morumbi não se cansa de aplaudir
A jogada mais bonita
O mundo grita:"São Paulo é campeão"
Vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá de coração
Vamo São Paulo, vamo São Paulo, vamo ser campeão
Vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá de coração
Vamo São Paulo, vamo São Paulo,vamo ser campeão
Ô Tricolor
Ó Tricolor
O goleiro matador,bate a falta, faz o gol faz a festa da torcida
Que sempre unida, grita "É campeão"
Ô Tricolor
Ó Tricolor
A nação do Morumbi não se cansa de aplaudir
A jogada mais bonita
O mundo grita:"São Paulo é campeão"
Vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá de coração
Vamo São Paulo, vamo São Paulo, vamo ser campeão
Vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá de coração
Vamo São Paulo, vamo São Paulo, vamo ser campeão
Vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá de coração
Vamo São Paulo, vamo São Paulo, vamo ser campeão!

PRIMEIRO HINO E CANTOS DA TORCIDA ANOS 40

GRITO DA TORCIDA ANOS 40

São Paulo!
São Paulo!
São Paulo!

Eh São Paulo

Eh São Paulo

O Mais Querido da Terra Bandeirante


Eh São Paulo

Eh São Paulo

Com o Tricolor é bola no barbante!

Entramos em campo confiantes

Nossa defesa joga com valor

Vão para frente os avantes

Aumentar o placar do tricolor

Grita a torcida delirante

Com o Tricolor é bola no barbante.


ORQUESTRA ANOS 40:
Foi regida por Sílvio Mazzuca. A música "Salve o São Paulo" era interpretada por ninguém menos que Hebe Camargo, então famosa e jovem cantora da Rádio Nacional de São Paulo (antes de ser Rádio Globo).

Salve o São Paulo
Clube das Treze Listras
Preto, Branco e Vermelho
Tradição dos Paulistas
Salve o São Paulo
Rei da Brasilidade
És um Clube, um Estado
E uma Grande Cidade

Salve o São Paulo

Tradição
Tu viverás em nosso
Coração

Teus Onze Heróis

Modernos Bandeirantes
Reviverão Tuas Glórias
Sob aplausos delirantes.

VIDEO 
Ele é forte, lutador
É guerreiro
E é o dono da bola
Dá o sangue dentro das 4 linhas
Ele faz sua história
È gigante como um gladiador
Dentro de uma arena
Mostra as garras
Ultrapassa os limites
Sem ter dó, nem ter pena
É um craque de fé
Que o destino mostrou
Com a bola no pé
Sua meta é o gol
Ouououo
Ele é raça e emoção
Ouououo
Ele é campeão
Ouououo
Conquistou o mundo inteiro
Dentro e fora de campo
Sempre brilha uma estrela
Ele é o goleiro artilheiro
Rogério se prepara
Vai bater a falta
O juiz autoriza
Bateu....
no canto direito
È gooolll
Rogério Ceni
È gigante como um gladiador
Dentro de uma arena
Mostra as garras
Ultrapassa os limites
Sem ter dó, nem ter pena
É um craque de fé
Que o destino mostrou
Com a bola no pé
Sua meta é o gol
Ouououo
Ele é raça e emoção
Ouououo
Ele é campeão
Ouououo
Conquistou o mundo inteiro
Dentro e fora de campo
Sempre brilha uma estrela
Ele é o goleiro artilheiro
Ouououo
Ele é raça e emoção
Ouououo
Ele é campeão
Ouououo
Ele é brasileiro
Dentro e fora de campo
Sempre brilha uma estrela
Ele é o goleiro artilheiro
Ele é o goleiro artilheiro
Goleiro artilheiro....

Comissão Técnica Do São Paulo







Assessores de Imprensa

Walter Lacerda
Lucas Pacheco

Nutricionista

Cristina

Bola de Prata e Bola de Ouro - Revista Placar

As Seleções
2008


2007


2006


2005


2004


2003


2002


2001


2000


Seleção de 1970

Bola de Prata:
Picasso (BAH), Humberto Monteiro (AMG), Brito (CRU), Reyes (FLA), Everaldo (GRE), Zanata (FLA), Dirceu Lopes (CRU), Samarone (FLU), Vaguinho (AMG), Tostão (CRU) e Paulo César Caju (BOT)


Seleção de 1971

Bola de Prata:
Andrada (VAS), Humberto Monteiro (ATM), Pescuma (CTB), Vantuir (ATM), Carlindo (CEA), Vanderlei (ATM), Dirceu Lopes (CRU), Rivellino (COR), Antônio Carlos (ARJ), Tião Abatiá (CTB) e Edu (SAN)


Seleção de 1972

Bola de Prata:
Leão (PAL), Aranha (REM), Figueroa (INT), Beto Bacamarte (GRE), Marinho Chagas (BOT), Piazza (CRU), Ademir da Guia (PAL), Zé Roberto (CTB), Osni (VIT), Alberi (ABC) e Paulo César Caju (FLA)


-
(Em 1973 a Placar passou a premiar o jogador com a melhor média com a Bola de Ouro. Na primeira edição o prêmio foi dividido entre dois jogadores, fato que nunca mais voltou a acontecer).
-

Seleção de 1973

Bola de Prata:
Cejas (SAN), Zé Maria (COR), Ancheta (GRE), Alfredo (PAL), Marinho Chagas (BOT), Pedro Omar (AMG), Pedro Rocha (SPO), Dirceu Lopes (CRU), Zequinha (BOT), Mirandinha (SPO) e Mário Sérgio (VIT)

Bola de Ouro:
Cejas (SAN) e Ancheta (GRE)


Seleção de 1974

Bola de Prata:
Joel Mendes (VIT), Louro (FOT), Figueroa (INT), Miguel (VAS), Wladimir (COR), Dudu (PAL), Mário Sérgio (VIT), Zico (FLA), Osni (VIT), Luisinho (AFC) e Lula (INT)

Bola de Ouro:
Zico (FLA)


Seleção de 1975

Bola de Prata:
Waldir Peres (SPO), Nelinho (CRU), Figueroa (INT), Amaral (GUA), Marco Antônio (FLU), Falcão (INT), Carpegiani (INT), Zico (FLA), Gil (FLU), Palhinha (CRU) e Ziza (GUA)

Bola de Ouro:
Waldir Peres (SPO)


Seleção de 1976

Bola de Prata:
Manga (INT), Perivaldo (BAH), Figueroa (INT), Beto Fuscão (GRE), Wladimir (COR), Toninho Cerezo (ATM), Paulo César Caju (FLU), Paulo Isidoro (ATM), Valdomiro (INT), Doval (FLU) e Lula (INT)

Bola de Ouro:
Figueroa (INT)


Seleção de 1977

Bola de Prata:
Edson (REM), Zé Maria (COR), Oscar (Ponte Preta), Polozi (Ponte Preta), Marco Antônio (VAS), Toninho Cerezo (ATM), Adílio (FLA), Zico (FLA), Tarciso (GRE), Reinaldo (ATM) e Paulo César Caju (BOT)

Bola de Ouro:
Toninho Cerezo (ATM)


Seleção de 1978

Bola de Prata:
Manga (Operário), Rosemiro (PAL), Rondinelli (FLA), Deodoro (CTB), Odirlei (Ponte Preta), Caçapava (INT), Falcão (INT), Adílio (FLA), Tarciso (GRE), Paulinho (VAS) e Jésum (BAH)

Bola de Ouro:
Falcão (INT)


Seleção de 1979

Bola de Prata:
João Leite (ATM), Nelinho (CRU), Osmar (ATM), Mauro Galvão (INT), Pedrinho (PAL), Píres (PAL), Falcão (INT), Jorge Mendonça (PAL), Jorginho (PAL), Roberto Dinamite (VAS) e Joãozinho (CRU)

Bola de Ouro:
Falcão (Inter)


Seleção de 1980

Bola de Prata:
Carlos (Ponte Preta), Nelinho (CRU), Joãozinho (SAN), Luizinho (ATM), Júnior (FLA), Toninho Cerezo (ATM), Batista (INT), Sócrates (COR), Botelho (Desportiva Capixaba), Baltazar (GRE) e Mário Sérgio (INT)

Bola de Ouro:
Toninho Cerezo (ATM)


Seleção de 1981

Bola de Prata:
Benitez (INT), Perivaldo (BOT), Moisés (BNG), Dario Pereyra (SPO), Marinho Chagas (SPO), Zé Mário (Ponte Preta), Elói (Inter de Limeira), Paulo Isidoro (GRE), Paulo César (SPO), Roberto Dinamite (VAS) e Mário Sérgio (INT) Bola de Ouro: Paulo Isidoro (GRE)

Bola de Ouro:
Paulo Isidoro (GRE)


Seleção de 1982

Bola de Prata:
Carlos (PP), Leandro (FLA), Juninho Fonseca (PP), Edinho (FLU), Wladimir (COR), Batista (GRE), Pita (SAN), Zico (FLA), Lúcio (GUA), Careca (GUA) e Biro-Biro (COR)

Bola de Ouro:
Zico (FLA)


Seleção de 1983

Bola de Prata:
Roberto Costa (CAP), Nelinho (ATM), Márcio Rossini (SAN), Dario Pereyra (SPO), Júnior (FLA), Dema (SAN), Paulo Isidoro (SAN), Pita (SAN), Jorginho (PAL), Reinaldo (ATM) e Éder (ATM)

Bola de Ouro:
Roberto Costa (CAP)


Seleção de 1984

Bola de Prata:
Roberto Costa (VAS), Édson (COR), Ivan (VAS), De León (GRE), Júnior (FLA), Pires (VAS), Romerito (FLU), Assis (FLU), Renato Gaúcho (GRE), Roberto Dinamite (VAS) e Tato (FLU)

Bola de Ouro:
Roberto Costa (VAS)


Seleção de 1985

Bola de Prata:
Rafael (CTB), Luiz Carlos Winck (INT), Leandro (FLA), Mauro Galvão (INT), Baby (BNG), Dema (INT), Alemão (BOT), Rubén Paz (INT), Marinho (BNG), Careca (SPO) e Ado (BNG)

Bola de Ouro:
Marinho (BNG)


Seleção de 1986

Bola de Prata:
Gilmar (SPO), Alfinete (JOI), Ricardo Rocha (GUA), Dario Pereyra (SPO), Nelsinho (SPO), Bernardo (SPO), Pita (SPO), Jorginho (PAL), Sérgio Araújo (ATM), Careca (SPO) e João Paulo (GUA)

Bola de Ouro:
Careca (SPO)


Seleção de 1987

Bola de Prata:
Taffarel (INT), Luiz Carlos Winck (INT), Aloísio (INT), Luizinho (ATM), Mazinho (VAS), Norberto (INT), Milton (CTB), Zico (FLA), Renato Gaúcho (FLA), Renato (ATM) e Berg (BOT)

Bola de Ouro:
Renato Gaúcho (FLA)


Seleção de 1988

Bola de Prata:
Taffarel (INT), Alfinete (GRE), Aguirregaray (INT), Pereira (BAH), Mazinho (VAS), Paulo Rodrigues (BAH), Adílson Heleno (CRI), Bobô (BAH), Vivinho (VAS), Nílson (INT) e Zinho (FLA)

Bola de Ouro:
Taffarel (INT)


Seleção de 1989

Bola de Prata:
Gilmar Luís Rinaldi (SPO), Balu (CRU), Ricardo Rocha (SPO), Paulo Sérgio (ATM), Mazinho (VAS), Elzo (PAL), Raí (SPO), Bobô (SPO), Bismarck (VAS), Bizu (NAU) e Túlio (GOI)

Bola de Ouro:
Ricardo Rocha (SPO)


Seleção de 1990

Bola de Prata:
Ronaldo (COR), Gil Baiano (BRG), Adílson (CRU), Marcelo (COR), Biro-Biro (BRG), César Sampaio (SAN), Tiba (BRG), Luís Fernando (INT), Renato Gaúcho (FLA), Mazinho (BRG) e Careca Bianchesi (PAL)

Bola de Ouro:
César Sampaio (SAN)


Seleção de 1991

Bola de Prata:
Marcelo (BRG), Gil Baiano (BRG), Márcio Santos (INT), Ricardo Rocha (SPO), Leonardo (SPO), Mauro Silva (BRG), Júnior (FLA), Neto (COR), Mazinho (BRG), Túlio (GOI) e Careca Bianchesi (PAL)

Bola de Ouro:
Mauro Silva (BRG)


Seleção de 1992

Bola de Prata:
Gilberto (SPT), Cafú (SPA), Aílton (SPT), Alexandre Torres (VAS), Válber (BOT), Mauro Silva (BRG), Júnior (FLA), Zinho (FLA), Renato Gaúcho (BOT), Bebeto (VAS) e Nélio (FLA)

Bola de Ouro:
Júnior (FLA)


Seleção de 1993

Bola de Prata:
Dida (VIT), Cafú (SPO), Antônio Carlos (PAL), Ricardo Rocha (SAN), Roberto Carlos (PAL), César Sampaio (PAL), Djalminha (GUA), Roberto Cavalo (VIT), Edmundo (PAL), Alex Alves (VIT) e Rivaldo (COR)

Bola de Ouro:
César Sampaio (PAL)


Seleção de 1994

Bola de Prata:
Ronaldo (COR), Pavão (SPO), Cléber (PAL), Jorge Luís (GUA), Roberto Carlos (PAL), Zé Elias (COR), Zinho (PAL), Rivaldo (PAL), Amoroso (GUA), Marcelinho Carioca (COR) e Luizão (GUA)

Bola de Ouro:
Amoroso (GUA)


Seleção de 1995
Bola de Prata:
Wágner (BOT), Zé Maria (Portuguesa), Gamarra (INT), Andrei (JUV), Marcos Adriano (SAN), Leandro Ávila (BOT), Jamelli (SAN), Giovanni (SAN), Donizete (BOT), Túlio (BOT) e Renato Gaúcho (FLU)

Bola de Ouro:
Giovanni (SAN)


Seleção de 1996

Bola de Prata:
Dida (CRU), Alberto (CAP), Gamarra (INT), Adílson (GRE), Zé Roberto (Portuguesa), Ricardinho (CRU), Goiano (GRE), Djalminha (PAL), Rodrigo Fabri (POR), Paulo Nunes (GRE) e Renaldo (ATM)

Bola de Ouro:
Djalminha (PAL)


Seleção de 1997

Bola de Prata:
Carlos Germano (VAS), Zé Carlos (SPO), Júnior Baiano (FLA), Mauro Galvão (VAS), Dedê (ATM), Doriva (ATM), Fernando (INT), Zinho (PAL), Rodrigo Fabri (POR), Edmundo (VAS) e Müller (SAN)

Bola de Ouro:
Edmundo (VAS)


Seleção de 1998

Bola de Prata:
Dida (CRU), Arce (PAL), Gamarra (COR), Marcelo Djian (CRU), Júnior (PAL), Narciso (SAN), Vampeta (COR), Jackson (SPT), Valdo (CRU), Edílson (COR) e Fábio Júnior (CRU)

Bola de Ouro:
Edílson (COR)


Seleção de 1999

Bola de Prata:
Dida (COR), Bruno (ATM), Roque Júnior (PAL), Cláudio Caçapa (ATM), Leandro (VIT), Rincón (COR), Vampeta (COR), Belletti (ATM), Marcelinho Carioca (COR), Marques (ATM) e Guilherme (ATM)

Bola de Ouro:
Marcelinho Carioca (COR)


Seleção de 2000

Bola de Prata:
Rogério Ceni (SPO), Arce (PAL), Cris (CRU), Lúcio (INT), Sorín (CRU), Mineiro (PTP), Ricardinho (CRU), Juninho Paulista (VAS), Juninho Pernambucano (VAS), Romário (VAS) e Ronaldinho Gaúcho (GRE)

Bola de Ouro:
Romário (VAS)


Seleção de 2001

Bola de Prata:
Emerson (BAH), Arce (PAL), Daniel (SCT), Gustavo (CAP), Léo (SAN), Simão (SCT), Preto (BAH), Kléberson (CAP), Roger (FLU), Marques (ATM) e Alex Mineiro (CAP)

Bola de Ouro:
Alex Mineiro (CAP)


Seleção de 2002

Bola de Prata:
Diego (JUV), Mancini (ATM), Alex (SAN), Fábio Luciano (COR), Athirson (FLA), Tinga (GRE), Fábio Simplício (SPO), Ramon (VAS), Kaká (SPO), Robinho (SAN) e Gil (COR)

Bola de Ouro:
Kaká (SPO)


Seleção de 2003

Bola de Prata:
Rogério Ceni (SPO), Maurinho (CRU), Alex (SAN), Fabão (GOI), Léo (SAN), Maldonado (CRU), Renato (SAN), Alex (CRU), Marcelinho Carioca (VAS), Grafite (GOI) e Luís Fabiano (SPO)

Bola de Ouro:
Alex (CRU)


Seleção de 2004

Bola de Prata:
Rogério Ceni (SPO), Paulo Baier (GOI), Lugano (SPO), Rodrigo (SPO), Léo (SAN), Mineiro (SCT), Magrão (PAL), Ricardinho (SAN), Petković (VAS), Robinho (SAN) e Washington (ATP)

Bola de Ouro:
Robinho (SAN)


Seleção de 2005

Bola de Prata:
Fábio Costa (COR), Cicinho (SPO), Lugano (SPO), Gamarra (PAL), Jadílson (GOI), Marcelo Mattos (COR), Mineiro (SPO), Petković (FLU), Juninho Paulista (PAL), Tevez (COR) e Rafael Sobis (INT)

Bola de Ouro:
Tevez (COR)


Seleção de 2006

Bola de Prata:
Rogério Ceni (SPO), Ilsinho (SPO), Fabão (SPO), Índio (INT), Kléber (SAN), Lucas (GRE), Mineiro (SPO), Wagner (CRU), Zé Roberto (BOT), Fernandão (INT) e Aloísio (SPO)

Bola de Ouro:
Lucas (GRE)


Seleção de 2007

Bola de Prata:
Rogério Ceni (SPO), Leonardo Moura (FLA), Breno (SPO), Thiago Silva (FLU), Kléber (SAN), Richarlyson (SPO), Hernanes (SPO), Thiago Neves (FLU), Valdivia (PAL), Leandro Amaral (VAS) e Acosta (NAU)

Bola de Ouro:
Thiago Neves (FLU)


Seleção de 2008

Bola de Prata:
Rogério Ceni (SPO), Vítor (GOI), André Dias (SPO), Miranda (SPO), Juan (FLA), Ramires (CRU), Hernanes (SPO), Tcheco (GRE), Wagner (CRU), Nilmar (INT) e Borges (SPO)

Bola de Ouro:
Rogério Ceni (SPO)

HINO DO SÃO PAULO


HINO :
"Salve o tricolor paulista,
Amado clube brasileiro,
Tu és forte, tu és grande,
Dentre os grandes, és o primeiro.

Oh, Tricolor,
Clube bem-amado,
As tuas glórias,
Vem do passado.

São teus guias brasileiros,
Que te amam eternamente,
De São Paulo tens o nome,
Que ostentas dignamente.

Oh, Tricolor,
Clube bem-amado,
As tuas glórias,
Vem do passado.

Trazes glórias luminosas,
Do Paulistano imortal,
Da Floresta também trazes,
Um brilho tradicional.

Oh, Tricolor,
Clube bem-amado,
As tuas glórias,
Vem do passado.

São Paulo, clube querido,
Tu tens o nosso amor,
Teu nome e tuas glórias,
Tem honra e resplendor.

Oh, Tricolor,
Clube bem-amado,
As tuas glórias,
Vem do passado.

Tuas cores gloriosas,
Despertam amor febril,
Pela terra bandeirante,
Honra e glória no Brasil..."

Letra de Porfírio da Paz
Criada em 1935
Oficializado: 1942

Times campeões - oficiais















PÔSTERS

Todos Pôsters dos 40 Títulos oficiais:
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1.Campeão Paulista 1931

Em pé: Armandinho, Barthô, Bino, Araken, Clodô, Friedenreich, Luizinho, Sasso, Milton e Junqueirinha. Agachado: Joãozinho.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
2.Campeão Paulista 1943

Em pé: Zarzur, Piolim, King, Virgílio, Zezé Procópio e Noronha. Agachados: Luizinho, Sastre, Leônidas, Remo e Pardal.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
3.Campeão Paulista 1945

Em pé: Piolim, Virgílio, Rui, Bauer, Noronha e Gijo. Agachados: Barrios, Sastre, Leônidas, Remo e Teixeirinha.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
4.Campeão Paulista 1946

Em pé: Paulo Machado de Carvalho (presidente), Rui, Bauer, Piolim, Gijo, Renganeschi, Noronha e Joreca (técnico). Agachados: Luizinho, Sastre, Leônidas, Remo e Teixeirinha.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
5.Campeão Paulista 1948

Em pé: Rui, Savério, Mauro, Mário, Bauer e Noronha. Agachados: China, Ponce de León, Leônidas, Remo e Teixeirinha
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
6.Campeão Paulista 1949

Em pé: Rui, Savério, Mauro, Mário, Bauer e Noronha. Agachados: Friaça, Ponce de León, Leônidas, Remo e Teixeirinha.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
7.Campeão Paulista 1953

Em pé: Alfredo, De Sordi, Pé-de-Valsa, Poy, Mauro e Bauer. Agachados: Maurinho, Albella, Gino, Negri e Teixeirinha.
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8.Campeão Paulista 1957

Em pé: Desordi. Poy. Sarará. Riberto. Vitor e Mauro. Agachados: Maurinho. Amauri. Gino. Zizinho e Canhoteiro.
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9.Campeão Paulista 1970

Em pé: Benê, Tenente, Eduardo, Picasso, Gilberto, Sérgio, Lima, Édson, Dias, Lourival, Forlán e Jurandir. Agachados: Everaldo, Carlos Alberto, Paulo, Terto, Miruca, Gérson, Zé Roberto, Toninho, Nenê e Paraná.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
10.Campeão Paulista 1971

Em pé: Jurandir, Sérgio, Gilberto, Arlindo, Édson e Forlan. Agachados: Terto, Pedro Rocha, Toninho, Gérson e Paraná.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
11.Campeão Paulista 1975

Em pé: Waldir Peres, Gilberto, Paranhos, Nélson, Arlindo e Chicão. Agachados: Terto, Muricy, Serginho, Pedro Rocha e Zé Carlos.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
12.Campeão Brasileiro 1977

Em pé: Antenor, Tecão, Getúlio, Chicão, Bezerra e Waldir Peres. Agachados: Viana, Teodoro, Mirandinha, Darío Pereyra e Zé Sérgio.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
13.Campeão Paulista 1980

Em pé: Waldir Peres, Darío Pereyra, Oscar, Getúlio, Almir e Aírton. Agachados: Paulo César, Renmato, Serginho, Heriberto e Zé Sérgio.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
14.Campeão Paulista 1981

Em pé: Waldir Peres, Getúlio, Oscar, Darío Pereyra, Almir e Marinho Chagas. Agachados: Paulo César, Renato, Serginho, Éverton e Mário Sérgio.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
15. Campeão Paulista 1985

Em pé: Oscar, Gilmar, Falcão, Darío Pereyra, Nelsinho e Zé Teodoro. Agachados: Müller, Silas, Careca e Sidney (falta Márcio Araújo).
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
16.Campeão Brasileiro 1986

Em pé: Fonseca, Gilmar, Wágner Basílio, Darío Pereyra e Bernardo. Agachados: Müller, Silas, Careca, Pita e Sidney.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
17. Campeão Paulista 1987

Em pé: Bernardo, Adílson, Gilmar, Darío Pereyra, Nelsinho e Zé Teodoro. Agachados: Müller, Silas, Lê, Pita e Edivaldo
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
18. Campeão Paulista 1989

Em pé: Adílson, Gilmar, Vizolli, Ricardo Rocha, Nelsinho e Zé Teodoro. Agachados: Mário Tilico, Bobô, Ney Bala, Raí e Edivaldo.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
19.Campeão Paulista 1991

Em pé: Zetti, Ronaldo, Cafu, Sidnei, Nelsinho e Antônio Carlos. Agachados: Müller, Suélio, Raí, Elivélton e Macedo.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
20. Campeão Brasileiro 1991

Em pé: Zetti, Ronaldo, Leonardo, Ricardo Rocha, Zé Teodoro e Antônio Carlos. Agachados: Müller, Raí, Macedo, Bernardo e Cafu.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
21. Campeão Paulista 1992

Em pé: Adílson, Zetti, Ronaldo, Vítor, Pintado, Ronaldo Luís e Cerezo. Agachados: Müller, Palhinha, Cafu e Raí.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
22. Campeão Libertadores 1992

Em pé: Ivan, Adílson, Zetti, Cafu, Ronaldo e Antônio Carlos. Agachados: Müller, Palhinha, Pintado, Raí e Elivélton.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
23. Campeão Mundial 1992

Em pé: Adílson, Zetti, Ronaldo, Vítor, Pintado, Ronaldo Luís e Cerezo. Agachados: Müller, Palhinha, Cafu e Raí.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
24.Campeão Recopa Sul Americana 1993

Em pé: Zetti, Ronaldo, Leonardo, Dinho, Cafu e Cerezo. Agachados: Doriva, Válber, Palhinha, André Luís e Müller.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
25.Campeão Libertadores 1993

Em pé: Gilmar, Zetti, Vítor, Pintado, Dinho e Ronaldo Luís. Agachados: Müller, Palhinha, Válber, Raí e Cafu.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
26.Campeão Supercopa 1993

Em pé: Zetti, Ronaldo, Cafu, Dinho e Cerezo. Agachados: Müller, Doriva, Palhinha, Válber, André Luís e Leonardo.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
27. Campeão Mundial 1993

Em pé: Zetti, Dinho, Ronaldo, Cafu, Leonardo e Cerezo. Agachados: Müller, Doriva, Válber, Palhinha e André Luis.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
28. Campeão Recopa Sul Americana 1994
Em pé: Euller, Rogérico Ceni, Juninho, Guilherme, Zetti, Válber, Jamelli e Júnior Baiano. Agachados ao centro: Gilmar, Caio, André Luís e Doriva. Agachados: Axel, Cafu, Vítor e Leonardo.
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29.Campeão Copa Conmebol 1994

Em pé: Mona, Rogério Ceni, César, Bordon, Ronaldo Luís e Vítor. Agachados: Catê, Pereira, Denílson, Juninho e Caio.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
30. Campeão Master da Conmebol 1996

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31.Campeão Paulista 1998

Em pé: Dodô, Zé Carlos, Aristizábal, Gallo, Rogério Ceni, Márcio Santos, Raí, Roger e Bordon. Agachados: Marcelinho Paraíba, Alexandre, Denílson, França, Fabiano, Carlos Miguel, Serginho, Cláudio e Capitão.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
32.Campeão Paulista 2000

Em pé: Edmílson, Rogério Ceni, Rogério Pinheiro, Raí, Álvaro, Evair, Alencar, Pimentel e Maldonado. Agachados: Marcelinho Paraíba, Fabiano, Edu, Vágner, Belletti, Fábio Aurélio, Sandro Hiroshi, Carlos Miguel e Alexandre.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
33.Campeão Torneio Rio São Paulo 2001

Em pé: Alencar, França, Júlio Baptista, Júlio Santos, Kaká (à época Cacá), Wílson, Rogério Pinheiro, Gustavo Nery, Roger, Harison, Jean e Maldonado. Agachados: Reginaldo Araújo, Alemão, Fábio Simplício, Renatinho, Luís Fabiano, Oliveira, Fabiano, Belleti e Carlos Miguel.
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34.Campeão Super Paulista 2002

Em pé: Jean, Roger, Gabriel, Daniel Rossi, Émerson, Lino, Reginaldo e Márcio. Agachados: Oliveira, Reinaldo, Sandro Hiroshi, Lúcio Flávio, Adriano, Fábio Simplício, Douglas, Raphael e Souza (a sua frente: Luizão, massagista).
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35.Campeão Paulista 2005

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36.Campeão Libertadores 2005

Em pé: Rogério Ceni, Fabão, Lugano, Alex e Danilo. Agachados: Luizão, Júnior, Amoroso, Cicinho, Mineiro e Josué.
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37.Campeão Mundial 2005

Em pé: Amoroso, Fabão, Rogério Ceni, Lugano, Danilo e Edcarlos. Agachados: Aloísio, Júnior, Josué, Cicinho e Mineiro. Destaque: Paulo Autuori (técnico).
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38.Campeão Brasileiro 2006

Em pé: Alex, Carlinhos, Fabão, André Dias, Miranda, Ramalho, Danilo, Rogério Ceni, Lúcio, Tadeu, Alex Silva, Bruno, Rodrigo Fabri, Bosco, Edgard e Edcarlos. Agachados: Leandro, Júnior, Ilsinho, Alex Dias, Aloísio, Richarlyson, Thiago, Souza, Lenílson, Josué e Mineiro.
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39.Campeão Brasileiro 2007

Em pé: Danilo Silva, Rogério Ceni, Breno, André Dias, Bosco, Jorge Wagner e Alex Silva. Agachados: Hernanes, Júnior, Richarlyson, Diego Tardelli, Borges, Jadílson, Souza, Leandro, Fernando, Dagoberto e Aloísio.
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40. Campeão Brasileiro